Terapia em grupo – sobre criação de conteúdo

Não sei vocês, mas eu acho engraçado ver o quanto pessoas completamente distintas podem ter os mesmos lamentos, as mesmas questões… Quando você vai até a bolha tech do Twitter, você vê os mesmos choros, as mesmas sofrências… obviamente em níveis distintos e sendo resolvidos de maneiras incrivelmente diferentes, e eu acho que isso faz parte um pouco da beleza de sermos humanos: temos as mesmas dores, mas lidamos com elas de uma forma muito individual. Recentemente, eu vi alguns tweets sobre produção de conteúdo que eu li e que bateram lá no fundo do meu coraçãozinho. Minha maneira de lidar com isso vai ser através desse post, tentando juntar todo mundo para fazer uma terapia em grupo – sobre criação de conteúdo. Fique à vontade para dar seu testemunho!

A Oprah apontando para pessoas aleatórias na platéia com a legenda "You get a therapist, you get a therapist, everybody gets a therapist"
Um terapeuta pra você, um terapeuta pra você, todo mundo ganha um terapeuta!
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Quando foi que descansar ficou difícil?

Antes de mais nada, começo dizendo que eu comecei a escrever esse post no dia 23 de Dezembro de 2020 porém só consegui terminar agora. 😅 Essa é uma reflexão que eu fiz na virada de ano, quando geralmente gastamos um tempinho para pensar em como foi a vida nos últimos 365 dias e o que queremos para os próximos. Como já diria o poeta Emicida: pra nóiz perder não é opção, certo? e essa é uma das razões pela qual eu me recuso a parar. Ou seja, estou sempre estudando, sempre buscando ser melhor do que ontem para estar preparada para a próxima oportunidade. Dessa forma, às vezes o descanso fica pra depois. Sempre para depois. E quando ele devia acontecer… não é exatamente como devia. Em suma: em que ponto a gente se perdeu? Quando foi que descansar ficou tão difícil?

Um homem branco digitando em um teclado e gradualmente caindo com a cabeça na escrivaninha, cansado.
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Meu 2020: credo, que delícia

Existem vários adjetivos que podemos usar para descrever o ano de 2020. Apesar de uma pandemia e todos os desafios e perrengues que ela trouxe, o meu ano, em particular, não foi de todo ruim. Geralmente, eu fazia uma lista de objetivos e metas para o ano, e em 2019 eu não fiz porque a minha vida estava um pouco… caótica demais. Mas, mesmo sem objetivos declarados, eu consegui cumprir algumas das metas que eu comumente me proponho a cada virada de ano. De todo o vocabulário que podemos utilizar para resumir esse ano, eu só consigo pensar em uma expressão: meu 2020 – credo, que delícia.

Um suricato virando para a tela com a frase "Say whaa?" aparecendo em roxo.
Yukê?!
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Minhas dicas para aprender novos idiomas

Eu acho extremamente chique pessoas que falam vários idiomas. Eu não sei exatamente o porquê, mas é algo que sempre chamou minha atenção. Um indivíduo que tem a capacidade de se comunicar, de ouvir e ser ouvido, por uma parcela cada vez maior da população conforme aprende novas línguas é algo que eu gostaria muito de ser. Honestamente, eu não sou tão boa nisso quanto eu gostaria: até agora, tenho só meu português nativo, um inglês fluente e uns fundamentos de alemão; também faço aulas de espanhol e estou no nível intermediário. Mesmo assim, venho até aqui trazer as minhas dicas para aprender novos idiomas! É um assunto meio batido, entretanto acho que vale ouvir dicas de várias pessoas diferentes e eu quero falar também!

GIF do ator Mark Hamill dizendo "You have much to learn, young padawan"
Você tem muito a aprender, jovem Padawan.
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Como não ficar ansiosa programando

Olá, meu nome é Olivia e eu sou muito ansiosa. Além disso, eu cheguei bem perto de um burnout – que, infelizmente, deixou algumas sequelas.

Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é um disturbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade. – Ministério da Saúde

Desde que eu cheguei no meu atual emprego, o seguinte processo já aconteceu algumas vezes: me passaram alguma alteração simples, eu percebi que não sabia fazer, entrei em parafuso, fui pro banheiro, surtei durante alguns minutos (às vezes com choro, às vezes só hiperventilando), voltei pro meu computador e, pouco tempo depois, consegui resolver o problema; muitas vezes de uma forma até bem simples.

Uma menina ruiva hiperventila em um saco de papel, com uma das mãos na cabeça

Não é fácil. Mas eu sinto que a cada dia eu consigo melhorar um pouquinho. Um dia eu chego lá.

Às vezes, isso acontece quando estou desenvolvendo algum projeto pessoal. Não chegam a acontecer crises porque, bem… é um projeto pessoal, não tenho nenhum prazo e possivelmente nenhuma pessoa vai ser impactada negativamente pelo que eu estou desenvolvendo.

Mas acontece. Eu estou desenvolvendo um método, já pensando em como vou lidar com a resposta daquilo, e aí como eu preciso armazenar as informações e ficando preocupada porque a ideia não parece ser boa o suficiente e quando vejo… já estou emaranhada no turbilhão de ansiedade.

Um garoto negro balança a cabeça de um lado para o outro em sinal de reprovação.

E quando eu percebo que isso aconteceu (às vezes um pouco tarde demais, confesso), eu paro. Respiro. E volto ao começo do pensamento.

Por isso, decidi escrever aqui um pouco do meu processo e das minhas técnicas de como não ficar ansiosa programando! Pode parecer bobo, mas comigo funciona e eu acho interessante documentar isso. E se ajudar alguém, fico ainda mais feliz!

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